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Em meio à criminalidade, cresce demanda por serviços de segurança privada.

Não é de hoje que a violência urbana é um grande desafio nos grandes centros urbanos. Basta ligar a televisão e assistir aos noticiários nacionais e até mesmo locais para ter uma ideia de quão séria é a situação. Grandes metrópoles como São Paulo, tendem a ter índices ainda mais altos.

É fato que a taxa de homicídios dolosos, na capital, teve uma pequena queda de 991 para 844 ocorrências entre os anos de 2015 e 2016, mas o índice continua alarmante e as taxas de furto e roubo, nesse mesmo período, tiveram um aumento de 3%, segundo estatísticas da Secretaria de Segurança pública.

Entretanto, focos de criminalidades têm estourado por toda a capital, como no centro de São Paulo, com os arrastões da região da Cracolândia, e as invasões a prédios de luxo no Morumbi e furtos em bairros como Higienópolis.

A burocracia das queixas e a incredulidade na eficácia dos boletins de ocorrência desampara uma sociedade cansada de ser vítima de uma violência crescente e desenfreada. Uma solução encontrada por proprietários de comércios e condomínios residenciais, sãos os serviços de segurança privada, uma vez que a criminalidade afasta clientes e inviabiliza uma rotina tranquila, principalmente para famílias com crianças.

Uma pesquisa realizada pela GFK, em dezembro de 2015, revela que o Brasil apontou a criminalidade como uma das 10 maiores causas de estresse, para os brasileiros. Enquanto em outros países apresentam apenas 14% de preocupação com o tema, o Brasil apresentou 39%.

Fonte: Odiário
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