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Contratação de serviço de segurança patrimonial requer cuidados

Contratação de serviço de segurança patrimonial requer cuidados.

Ocorrências de roubos, assaltos à mão armada e até latrocínios deixaram de ser exclusividade dos grandes centros do país, nos últimos tempos. Diante do crescimento da violência confirmado nos noticiários, a procura por serviços de vigilância e segurança patrimonial aumenta na região de Criciúma.

O crescimento desse mercado, no entanto, atrai o surgimento de clandestinos, exigindo atenção de condomínios, proprietários de residências e empresas interessados em investir no serviço. O Sindicato das Empresas de Segurança Privada de Santa Catarina (Sindesp-SC) levou 45 denúncias de negócios irregulares entre 2013 e 2016.

A ocupação irregular do mercado se dá por empresas não regulamentadas pela Polícia Federal para o serviço, além de autônomos. “Há uma série de rigorosas exigências a serem cumpridas para poder atuar nesse ramo, porém a diferença essencial está no treinamento das equipes de profissionais e a estrutura de suporte para os vigilantes patrimoniais”, aponta o sócio-proprietário da Tec Serv/Empretec, Davi Teixeira.

Preparação técnica e a central de retaguarda oferecem a guarida para uma atuação eficiente e segura, frisa Teixeira, em virtude do rito dos criminosos. “Os assaltantes estão cada vez mais preparados, por isso devemos estar sempre à frente. É preciso investir constantemente em tecnologia e capacitação, mas, principalmente, ter uma estratégia bem definida entre a base e os vigilantes para que o suporte funcione adequadamente”, salienta.

Responsabilidade solidária

Os não habilitados para atuação no mercado de vigilância e segurança patrimonial podem ainda oferecer um risco extra aos contratantes. Em caso de flagrante da fiscalização da Polícia Federal, os condomínios ou empresas podem arcar com as mesmas sanções de quem executa o serviço de forma irregular, alerta Teixeira.

“A PF tem poder para notificar, multar e exigir a retirada das equipes irregulares, contratantes e contratados. Em caso de sinistros, acidentes de trabalho e percurso e até ações na Justiça do Trabalho podem ter responsabilização penal das duas partes”, sublinha o empresário.

Dicas ao contratar o serviço de vigilância e segurança patrimonial

– Pedir a certificação emitida pela Polícia Federal que autoriza a empresa a atuar no ramo ou consultar o site www.dpf.gov.br/servicos/seguranca-privada;

– Consultar se a empresa está cadastrada junto ao Sindesp-SC, que informará se a empresa possui autorização para exercer a atividade no ramo da segurança privada;

– Pegar referências com atuais clientes de como a empresa atua;

– Avaliar com cuidado o contrato, da descrição dos serviços às responsabilidades de cada parte signatária;

– Visite a sede da empresa e conheça a estrutura do local. “A sede de uma empresa desse segmento tem que ser exemplo, segura e bem estruturada. É preciso ter cuidado, pois muitas empresas irregulares colocam apenas computadores na recepção e já vão para o mercado como se fossem empresas especializadas”, reforça Dhido Serafim, gerente administrativo da Tecserv.

Fonte:Redação Engeplus
Leia mais: http://www.engeplus.com.br/noticia/seguranca/2016/contratacao-de-servico-de-seguranca-patrimonial-requer-cuidados/

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